Histórias Cruzadas

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Eu vejo poucas vantagens em viagens longas de avião. Duas, eu acho: uma é chegar em algum lugar super legal e provavelmente bem diferente de onde você vive; a outra é poder aproveitar o tempo pra ler ou assistir um filme. No caso dos filmes, hoje as companhias aéreas costumam ter uma boa seleção de títulos no sistema de entretenimento do avião, inclusive com filmes que não chegaram aos cinemas brasileiros. Foi assim que em dezembro (na viagem pra Cingapura) eu assisti The Help – que chegou ao Brasil com o título Histórias Cruzadas.

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Eu já tinha visto o trailer algumas vezes e o livro já estava na minha wish-list há um tempo (agora está na minha estante aguardando a vez – em português o título é A Resposta). O filme vale muito a pena. Se passa no Sul dos EUA nos anos 60, naquele tempo em que os negros tinham que se sentar no fundo do ônibus e nem sequer podiam usar os mesmos banheiros que os brancos. Uma moça meio rebelde da alta sociedade se incomoda com isso e resolve escrever um livro sobre o assunto, focando no ponto de vista das criadas negras que criam as crianças brancas dos patrões e depois se tornam criadas delas.

São várias histórias cabeludas contadas pelas criadas. Algumas são bem engraçadas, o que faz a beleza deste filme. Você ri, se diverte, mas em nenhum minuto deixa de refletir sobre o assunto. Ou de fazer um paralelo com a nossa realidade. Pra mim é o melhor tipo de filme, aquele que eu jamais esqueço.

Histórias Cruzadas estréia hoje nos cinemas, é um dos nove candidatos ao Oscar de Melhor Filme e concorre ainda nas categorias de Melhor Atriz e Melhor Atriz Coadjuvante (nesta última com duas representantes). Pedigree suficiente, não? Corre lá!

Sapos e pinguins

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É chegada aquela época de meninos e meninos em casa sem muito o que fazer, deixando os pais loucos, principalmente aqueles que não tem férias. Dezembro chegou trazendo férias escolares. Maravilha…

Eu ainda não fui atacada por essa realidade. Lucas só sai de férias na semana que vem e vai ficar só dois dias a toa em casa antes de viajar. Mas pensando em todos vocês que estão quebrando a cabeça pra resolver o que fazer pra entreter os pequenos, tenho aqui duas dicas de filmes que vimos nas últimas duas semanas e o Lucas adorou. Ele é um carinha bem exigente, então a chance de todo mundo gostar é bem grande!

the-muppets-movie-poster-8Primeiro a tão esperada volta dos Muppets. A maioria das crianças da idade do Lucas não conhece. Ou conhece só alguns por causa do Vila Sésamo. Nenhum deles viu o inesquecível desenho dos Muppet Babies na TV nos anos 80 (era um dos meus preferidos), nem os filmes antigos dos Muppets bonecos. Eu vi quase todos e sempre gostei, então estava ansiosíssima.

Bem, o filme é divertido. É meio vergonha-alheia em certas partes, meio daquele tipo que é tão ruim que é bom, sabem? Tem umas participações especiais feitas sob medida pros adultos (eu bati palminhas quando vi Dave Grohl, admito) e muito nonsense pros pequenos. Lucas adorou, se empolgou mesmo. Saiu super alegre do cinema cantando maná-maná-tchutchururu… Ele recomenda!

happy feet 2Ele também pediu pra ver Happy Feet 2, o que foi uma surpresa pra mim. Acho que pesou o fato de ele ter estudado os animais na escola nesse segundo semestre e ter usado o primeiro filme (que tava esquecido há anos) pra aprender sobre os pinguins. Quem não viu Happy Feet e não quiser ficar boiando vai precisar ver pra saber quem é quem e conhecer o background da história. O segundo filme é tão musical quanto o primeiro e as músicas que foram traduzidas ficaram tão ruins quanto na primeira tentativa. Mas é uma história bem legal se você conseguir superar os números musicais vergonha-alheia. Tem muita ação e eu imagino que em 3D seja super legal, porque tem umas cenas em que os bichinhos vem em direção da “câmera”. Lucas ficou vidrado e mais uma vez saiu satisfeito. E eu mais ainda. Não tem muita coisa pior que pagar ingresso caro de cinema e o menino virar pra você no meio do filme perguntando se já tá acabando…

Além desses, ainda estão em cartaz Operação Presente – que pelo trailer parece ser bem legal também – e O Gato de Botas – estréia hoje. Esses dois ainda não vimos, acho que não vai dar tempo de ver antes do fim de ano. Como cinema sempre rende a tarde inteira (comprar ingressos, comprar pipoca, assistir trailers, assistir filme, fazer lanchinho depois), é um clássico das férias escolares e algo que eu sempre recomendo e quero fazer. Quem for, me conta se gostou?

Garfo, Foco e muita diversão

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No sábado que passou resolvi fazer uma coisa diferente (Marilac feelings) e participar de um passeio por uma região da cidade por onde eu jamais andaria por conta própria. Mercadão, Zona Cerealista e o galpão da São Paulo Railway (que hoje funciona como um mini-Ceagesp) em um passeio fotográfico e gastronômico conduzido pelas queridas Gabi Butcher e Leticia Massula (e seguido por mim, por Aninha, por Marina e mais um monte de gente). Foi o terceiro passeio do projeto Garfo & Foco, e já que nos outros dois eu não pude participar, fui nesse, felizona.

Eu já saí de casa sabendo que ia dar mais atenção à parte gastronômica do que à fotografia. Apesar disso, consegui absorver boa parte das dicas fotográficas da Gabi enquanto enchia a minha mochila de coisinhas gostosas. Confirmei também a descoberta de algo que eu já suspeitava: eu gosto mais de fotografar coisas do que de fotografar pessoas. Não sei explicar, só sei que é assim. Apesar do foco do passeio ser de certa forma o povo que a gente encontra pelo caminho, eu tinha vontade de fotografar as coisas que eles vendiam ou transportavam. E sendo assim, me esbaldei com aquele monte de folhas, frutas, alho, ervas e tudo o mais. Uma amostra do que eu tou falando:Garfo-e-Foco

Eu também aproveitei pra conhecer várias frutas que não conhecia. Provei cacau, minha gente. Não conseguia parar de comer, que coisa deliciosa! E provei umbu, que é o tipo de fruta que eu poderia passar uma tarde inteira consumindo. E vários tipos de bananas de cores diferentes que eu nem sabia que existiam. E descobri que pequi, aquele treco cujo cheiro atormentou minha infância e adolescência na casa da Vó, na verdade vem “de fábrica” dentro de uma fruta que parece um abacate. Vivendo e aprendendo.

Na zona cerealista eu enfiei o pé na jaca comprando castanhas, amendoins, tapioca e outros gêneros alimentícios. Achei até um jogo de coisinhas de borracha que servem pra fechar sacos de mantimentos. Depois eu mostro aqui, achei genial e funciona direitinho. O passeio nem era pra comprar tranqueiras, mas eu não resisti, e era o último da prateleira.

No Mercado Municipal eu comi um lanche mega caro (pastel com refrigerante, saiu mais caro que meu almoço habitual no meio da semana) mas tava super gostoso – ou eu tava com muita fome. Vi as frutas, que parecem exposição de arte, e trouxe umas cerejas pra casa (de-li-ci-o-sas!).

Nesse ponto já estávamos todas exaustas e o passeio em si já tinha terminado, daí resolvemos ir embora de metrô. Pra chegar ao metrô mais próximo do Mercadão é preciso passar por onde? Pela 25 de março!!! Aêeeeeee!!! E foi assim que eu fui parar na 25 em um sábado de dezembro. Já posso contar pros meus netos. A gente ainda parou em um camelô pra eu comprar uns cadarços coloridos e em uma loja pra Aninha comprar umas capas de almofadas. Quer dizer: fiz compras na 25 em dezembro. Sou guerreira ou não sou?

Sim, apesar de cansativo (fiquei imprestável o resto do dia), é algo que eu quero fazer de novo, principalmente a rota dos utensílios, que passa pela rua Paula Souza. Me diverti de montão. Pra quem está em São Paulo a passeio, pra quem mora aqui e não conhece esses lugares, é a oportunidade perfeita. Eu recomendo!

Be my Valentine?

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Em vários países do mundo o dia de celebrar o amor é 14 de fevereiro. Valentine’s Day, dia de São/San Valentim, como quiserem chamar. É um conceito um pouco diferente do nosso Dia dos Namorados, porque não comemora só o amor romântico entre casais, mas também entre pais e filhos, irmãos, amigos. Quem nunca assistiu o episódio de Valentine’s Day do Charlie Brown, onde eles trocam cartões na escola?

Na escola do Lucas eles sempre fazem cartões e trocam entre si junto com muito chocolate. Eu e o marido também preferimos celebrar em fevereiro e fugir das multidões das portas dos restaurantes em junho. Resquícios dos tempos no exílio, hehehe…

Pois o dia está se aproximando e dona Martha Stewart, sabida como ela só, já está me bombardeando há dias com e-mails cheios de projetinhos lindos e fáceis de fazer. Selecionei 6 que eu mesma faria aqui em casa pra dividir com vocês. Quem comemora em junho pode favoritar e fazer em junho, ou adaptar para outras ocasiões. É só clicar nos links para ver as instruções completas (em inglês):

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1 – As amigas scrapeiras que tem aquele monte de furadores de papel cute-cute vão adorar esse projeto de marcadores de livros. No site você pode baixar os templates já com as mensagens, cortar e depois decorar com os furadores, mas dá pra se inspirar na idéia e criar seus próprios designs, no computador ou à mão mesmo.

2 – Photoshopeiras do meu coração todas conhecem e provavelmente já fizeram toppers para saquinhos de doces. Esse é menos photoshop (fora a extração da foto, que pode ser feita com tesoura e cola se você quiser) e mais trabalho manual. Você pode usar carimbos, canetinhas, lantejoulas, todo tipo de material de artes para complementar a foto. O meu eu quero com jujubas vermelhas, ok!

3 – E como Valentine’s não é só pros adultos, tem lugar pros desenhos de amor dos pequenos também. Essas moldurinhas são tão toscas que chegam a ser fofas. É só escolher tachinhas e clips bem coloridos e dizer pros pequenos capricharem na arte!

4Outro marcador de livros, dessa vez de cortar e colar. A graça fica por conta dos papéis contrastantes, um liso e outro estampado. Se o papel que você tem não for muito firme, vale colar em outro mais grossinho antes de cortar.

5 – Que tal um cartão pra acompanhar o presente? Esse sanfonado só precisa de papéis coloridos pra ficar bem caprichado. É só baixar o template no site e seguir as instruções.

6 – Pra fechar, o meu preferido: papel manteiga + giz de cera + ferro elétrico. Nunca pensei… Preciso fazer isso em breve!

Tudo fácil! Difícil é não perder horas do dia navegando no site da Martha e descobrindo novos projetos que a gente nunca nem imaginou. Para Valentine’s Day tem mais um monte aqui. Enciclopédia pra quê, né gente?

Sábado cultural

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Ontem foi aniversário de São Paulo e no domingo foi meu aniversário em São Paulo. Sim, fez um ano que eu me mudei pra cá. Parece que tem uma década, e eu nem sei dizer se isso é uma coisa boa…

Não foi exatamente pra comemorar, mas no sábado nós passamos o dia curtindo a cidade na companhia da Mic, da Fernanda e dos respectivos bambinos, vindos diretamente do Rio de Janeiro. Fomos a dois lugares que eu estava planejando conhecer desde o início das férias escolares: o Museu do Futebol e a Oca do Ibirapuera (onde acontece a exposição Água na Oca).

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Começamos pelo Museu do Futebol, pouco depois do horário de abertura (10 horas). Não foi difícil estacionar o carro, apesar de parte do estacionamento ser tomado por uma feira aos sábados. Também não tinha fila na bilheteria em nenhuma das vezes que passei por ela. Antes de entrar fomos tomar um café no Bar O Torcedor, que fica próximo ao museu, ainda no estádio do Pacaembu. O café estava bom, mas o atendimento foi daqueles que a gente já conhece, se é que vocês me entendem.

Lá dentro a coisa muda de figura. É nível de museu de primeiro mundo, gente, na organização, no visual, na maneira em que está disposto, nas regras rígidas (não pode tirar foto, não pode comer nem beber nada), em tudo. E é sobre um assunto riquíssimo em material, o que faz com que o museu seja uma loucura de informações de todos os tipos. Você pode ouvir narrações de locutores de futebol célebres, ver vídeos de jogadas fantásticas de todos os tempos, lembrar o que estava acontecendo na época de cada Copa do Mundo, assistir vídeos sobre a história do esporte e ver fotos que acompanham tudo isso. E tem um canto do museu que te surpreende. Era pra ter só a escada para o próximo nível, mas aproveitaram o espaço pra colocar vários telões com imagens de torcidas. Gente, é impressionante! Só vendo pessoalmente mesmo…

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Tudo é muito interativo e atraente. Eu poderia ter ficado lá o dia inteiro vendo cada detalhe com calma, mas com criança a gente tem que acelerar um pouco pra evitar o tédio. Minha única restrição foi à coleção de painéis já na última sala do museu, dedicada a cada time. Cada painel foi impresso em algum ponto de 2008 e lista os troféus, as participações em campeonatos, informações básicas dos times. Só que depois de 2008 não houve atualização e os painéis foram feitos de um jeito que não dá pra alterar, quer dizer: vão ter que ser refeitos de tempos em tempos. Meu Tricolor ainda aparece como pentacampeão brasileiro, tem que ver isso aí!

Marido também observou o fato de que pouquíssimas informações dentro do museu estão traduzidas para outras línguas. Pode ser que o público atual do museu não seja de estrangeiros, mas a Copa de 2014 vem aí. Talvez seja uma boa idéia facilitar a vida dos gringos.

Como é época de férias, o museu está com uma sala dedicada a atividades especiais para as crianças. Ficamos um tempinho por lá e foi um sossego. Os monitores são excelentes, as atividades são bem interessantes. Só não ficamos mais porque o tempo de estacionamento já estava pra vencer e era hora de almoçar, mas quero voltar lá com o Lucas essa semana. A entrada do evento é independente da entrada do museu, não precisa de ingresso.

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Depois fomos todos almoçar na Chácara Santa Cecília, restaurante bem legal que eu não conhecia, em Pinheiros. Foi escolhido a dedo pra acomodar quatro criancinhas animadíssimas, claro. O restaurante tem uma área infantil com brincadeiras, jogos e um buffet só com as coisas que eles gostam. Modos que você entra com os moleques, já vai direto lá nessa área do restaurante, escolhe uma cadeira pra eles, serve o prato e deixa por conta dos monitores. Aparentemente todos curtiram, inclusive nós, que tivemos tempo de comer e bater papo antes deles começarem a fugir de volta, hehehe…

O tempo já tava fechando e com cara de chuva quando a gente saiu do restaurante em direção ao Ibirapuera. Lá, ao contrário do Pacaembu, foi mais chatinho estacionar e tinha fila na bilheteria, mas nada absurdo. Fazia tempo que eu queria ver a exposição Água na Oca, que estava elogiadíssima. De fato ela merece os elogios. São vários andares com painéis e elementos interativos e com uma pegada ecológica fortíssima. As crianças se divertiram horrores operando os painéis interativos, molhando as mãos neles, olhando os aquários e correndo pela exposição. No teto da Oca colocaram um telão gigante que passa um filminho e todo mundo precisa deitar em colchões d’água para assistir, o que faz uma experiência bem interessante. Só o Lucas viu o filme 4 vezes, sei lá se pra descansar ou porque gostou mesmo, hehehe…

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E no piso mais baixo da Oca montaram a parte mais legal da exposição: uma piscina fake de material laminado com uma iluminação azul que dava a impressão de que estávamos na água. Excelente para fotografar (pode, contanto que seja sem flash). Se eu ainda tiver tempo nessas férias é capaz de voltar lá pra testar minha câmera mais um pouquinho.

Nós ainda encontramos um casal de amigos com os filhos na exposição e ficamos lá por horas antes de sair e tomar um sorvete. Acho que ficamos umas 12 horas fora de casa batendo perna, o que é raro de acontecer. Mas foi muito bom, fazia tempo que eu não me divertia tanto.

Recomendo muito os passeios, com ou sem crianças. Quem vier a São Paulo nos próximos meses, não deixe de ir a pelo menos um dos dois!

***

Serviço:

Museu do Futebol – Estádio do Pacaembu (programação de férias até dia 20/02)

Chácara Santa Cecília – Rua Ferreira de Araújo, 601, Pinheiros – Telefone: 11.3034.3910

Água na Oca – Oca do Ibirapuera (portão 3) – até dia 08/05

Fotos daqui, daqui e daqui

Tá chovendo? Vá jantar fora!

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Meu fim de ano foi passado em Brasília. Desde fevereiro que eu não ia lá e isso já estava me agoniando, modos que foram muitos os planos pra esses quase 20 dias no Cerrado. Quer dizer, não tinha tanto plano assim. A rotina que eu queria pro meu final de ano era: café da manhã, piscina, almoço, soneca, shopping, jantar fora, dormir, repetir tudo de novo.

Ah… se eu soubesse!

Pra começar eu tive várias obrigações a cumprir. Tirar documentos do Lucas, resolver coisas de Detran, coisas de cartório, assuntos nada a ver com férias. Só isso já tirou minha agenda um pouco do prumo, mas o que pegou mesmo foi a chuva. Choveu, gente. Só choveu. E não foi chuva de verão, que passa rápido e o sol logo abre pra secar tudo. Choveu, fez frio, ventou, tudo o que não podia acontecer.

Tive então que me agarrar no shopping (eu e mais da metade da população brasilense, credo) e no jantar (ou almoçar) fora. Não foi difícil, nem dolorido, já que são duas atividades que merecem a minha mais sincera estima, hehehe…

Enfim, o post de hoje, ainda sob efeito da minha mágoa com São Pedro, é sobre três restaurantes que eu não conhecia (dois são novíssimos, o primeiro já existia quando eu me mudei) e gostei muito de conhecer em Brasília. Já aviso que nenhum deles é barato, mas valem cada centavo.

- Gazebo – vista maravilhosa, cardápio francês, serviço atenciosíssimo. Fica quase embaixo da Ponte JK, o que garante que a vista seja maravilhosa (na foto da página inicial do site dá pra ver que maravilha). Eu pedi um filé Bourguignone e marido pediu um filé “Shimon Perez” e eu fiquei mais satisfeita que ele, mais pelo tamanho do prato do que pelo sabor. Ambos estavam uma delícia. Em compensação a sobremesa dele, de morangos ao vinho do porto com sorvete, estava melhor que a minha (mil folhas). Não faz muita diferença, já que a gente fica garfando o prato do outro durante o jantar, mas fica pra referência futura. Achei esse restaurante perfeito para ocasiões românticas e/ou festivas. Maridos, anotem!

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- Gero – eu nunca fui ao Gero aqui em São Paulo, nem ao Fasano, só ao Nonno Ruggero do Cidade Jardim, mas já sabia que o serviço de lá era impecável. Também já tinha ouvido relatos de pessoas que foram ao restaurante do Iguatemi Brasília e saíram encantadas com o atendimento, então já entrei com as mais altas expectativas. Saí com todas elas satisfeitas, e mais algumas. Houve um probleminha com o meu almoço e a equipe cuidou do caso com tanto profissionalismo que eu nem sequer vou contar pra vocês o que foi. Hahahaha, vão ficar na curiosidade, eles merecem minha discrição! Garanto que não foi nada grave e que eles souberam resolver lindamente. Pedi uma salada, marido pediu uma massa, Lucas estava difícil nesse dia e não quis comer nada. Estava tudo muito gostoso. De sobremesa comemos um suflê de chocolate, divino. Durante a refeição ainda batemos papo com a equipe e descobrimos que o grupo Fasano levou todo mundo (cozinha, gerência e salão) daqui de SP pra Brasília, e só agora, depois de um mês de funcionamento, eles iam começar a contratar localmente. O chef, Salvatore Loi, que assina o cardápio dos Geros de SP e do Rio, estava almoçando na mesa ao lado com os filhos, de olho em tudo. Gostei demais. Se não fosse tão além do meu orçamento, eu iria lá todo domingo almoçar com a família. É o restaurante perfeito pra isso.

- Pobre Juan – é outro de São Paulo que eu não conhecia ainda. Aproveitei pra ir durante a semana ao restaurante do Iguatemi. Tem aquelas carnes argentinas clássicas, com uns acompanhamentos simples mas deliciosos (a cebola é fantástica) e tem uma seção do cardápio de sobremesa só com pratos que usam o doce de leite Havanna. É de comer pra sair triste, acho que não iria no jantar por isso. O serviço é corretíssimo, não é algo que te faça dizer uau, mas não tenho reclamações. A decoração do restaurante é linda – deve ser ainda mais de noite – tem mesas do lado de fora e uma vista bem bonita. Aliás, nisso o Pobre Juan levou vantagem sobre o Gero. O Gero tem vista pros predinhos da vizinhança, o Pobre Juan tem vista desimpedida. Achei o ambiente muito legal para almoços com amigos.

Foi muito interessante ver o padrão de serviço chique paulista entrando em Brasília. Não é que Brasília não tivesse restaurantes finos, mas o nível de atendimento é em geral um pouco mais relax que em São Paulo, o que não é nenhum demérito, é só diferente. O que me deixou triste é que para outros restaurantes da cidade a questão serviço esteja perdendo a importância. Fomos almoçar com amigos em um antigo favorito brasiliense (aquele do picadinho famoso) e o serviço foi absurdamente ruim (a comida não, é sempre boa). Vejam que não é um restaurante no mesmo nível de preço dos anteriores, mas também não é um local barato. É caro o suficiente para um garçom não se irritar com um cliente que peça o prato com menos molho ou ser mais cuidadoso com as panelas quentes em que a comida vem até a mesa para não queimar ninguém. Infelizmente meus conterrâneos não devem concordar comigo, porque em pleno domingo de temporal a casa estava lotada. Fazer o quê?

Por mim eu teria ido visitar vários outros restaurantes, vários já favoritos e outros novos que foram recomendados na cidade. Não fui nem comer minha pizza predileta! Mas esses 3 lugares onde fomos foram muito bons, valeram pelas férias inteiras, recomendo de olhos fechados!

Quero recomendações para a minha próxima visita! Comilões brasilienses, abram suas agendas pra mim, me digam seus lugares secretos para alimentar o estômago e a alma (e emagrecer a carteira, abafa…). Espero poder voltar mais rápido que da última vez, com sol!

Feriadísticas

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Na semana passada eu fiz uma listinha de programas legais pra se fazer em São Paulo no fim de semana de eleição. O problema é que quarta, quinta e sexta foram dias horríveis, daqueles em que se há um momento livre, ele precisa ser usado pra descansar. Daí eu acabei não postando nada na sexta e a listinha ficou aqui.

Sorte minha que é feriadão (pra alguns), tem dia das crianças, e eu espero que tenha tempo melhor, porque o fim de semana passado foi bom pra ficar em casa e só. E sorte minha que algumas das minhas escolhas ainda vale pra esse fim de semana, e inclusive algumas continuam em cartaz até o fim do ano. Então se você não estará em São Paulo neste fim de semana, ainda há tempo. Vamos às escolhas:

- Festival de Jardins do MAM – vários jardins montados exclusivamente para o evento, para receber a primavera como se deve. É uma ótima idéia pra encher os olhos de beleza e descansar da paisagem cinza de todo dia. (Parque do Ibirapuera – Portão 3, Grátis – até 31/12)

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- As Construções de Brasília – como brasiliense que sou, não poderia deixar de recomendar essa exposição de fotos da construção da minha cidade. Com a saudade que eu estou sentindo… ai… (Galeria de Arte do Sesi – Avenida Paulista, Grátis – até 16/1)

Com as crianças, no fim de semana deles:

- Mundo do Doki – eu não tive coragem de enfrentar a chatice da Exploração Discovery Kids pelo segundo ano seguido, nem tive coragem de pagar os preços abusivos do show do Doki no Via Funchal, mas esse evento me parece ser uma boa opção, mais light. E fica em um shopping relativamente tranquilo. (Shopping Vila Olímpia, Grátis – até 12/10)

Pra quem não tá em São Paulo, dois filmes que eu gostaria de ver e que estão em cartaz no país inteiro, por coincidência duas sequências:

- Wall Street 2 – O Dinheiro Nunca Dorme – porque eu adorei o primeiro filme, porque as críticas ao segundo estão bem boas e porque eu devia ir ao cinema assistir filme de gente grande de vez em quando.

1024x780_01- Tropa de Elite 2 – Capitão Nascimento is back. Grisalho. Preciso dizer mais alguma coisa? Não, mas devo dizer que depois de uma semana estressante, um filme cheio de ação é a pedida perfeita. Extravasa!

Não são tantas coisas e mesmo assim eu não sei se consigo fazer tudo em quatro dias, afinal tenho vários amigos de fora visitando São Paulo e quero ver todos. E tenho toda uma pauta de coisas a fazer em casa (a louca já começa a listar tudo na quarta-feira pra não esquecer):

- Assistir os episódios de séries (Glee, Cougar Town, Hellcats, entre outras) que foram baixados e não vistos.

- Fazer supermercado – porque com despensa e geladeira vazias ninguém cozinha, né?

- Estudar a câmera nova – o suspense já tá grande demais, vocês não acham?

- Escrever alguns posts para o blog – para ter aquela reserva técnica necessária

- Tarefas domésticas em geral – coragem, muita coragem.

E aí, quatro dias são o suficiente? Serão pra você? Bom fim de semana!

Uma juventude em 5 CDs

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Eu comecei a comprar CDs aos 15 anos, quando ganhei meu primeiro CD player (antiga, não disse?) e ainda tenho a maioria deles guardados em uma daqueles porta-mídias que parecem um fichário. Alguns CDs eu mesma passei adiante, alguns meu irmão abduziu.

Desde a primeira mudança internacional ficou claro que eu precisava me desfazer das caixinhas de acrílico. Se não fosse assim, minha coleção ia ter que ficar guardada em uma caixa de papelão em algum lugar já que eu não fiz mudança, só levei duas malonas. Foi aí que surgiu o porta-midias e lá moram os CDs até hoje, 8 anos depois.

Daí resolvi fuçar essa coleção e fazer uns flashbacks. E mostrar alguns títulos e contar umas historinhas inofensivas (as outras eu levarei pro túmulo, hahahaha). Música tem poder sobre mim. Alguns acordes trazem recordações incríveis. Vem comigo:

kenny g 1 – Breathless (Kenny G) – não me julguem, eu tinha 15 anos, tinha assistido muito Tudo por Amor. Esse foi o primeiro CD que eu tive na vida. Foi comprado no mesmo dia do mini-system que eu ganhei de presente de 15 anos. Nem preciso dizer que foi uma adolescência bem dramática e romântica ouvindo o homem do saxofone. Não tenho mais esse CD, o que é uma pena, porque ele é super difícil de achar – se é que tem alguém procurando.

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2 – Verde Anil Amarelo Cor de Rosa e Carvão (Marisa Monte) – Entre os 15 e os 18 anos era muito raro eu comprar um CD. Ou eu ganhava, ou eu economizava do dinheiro semanal que meu pai dava pra eu sobreviver na UnB. Foi assim que eu comprei esse CD da Marisa e ouvi por quase um semestre inteiro em 1996. Encrencas no amor, problemas em família, provas, trabalhos, tudo isso teve a trilha sonora de Marisa. Quando eu ouço esse CD me lembro até do jeito que eu me vestia naquela época, das matérias que eu cursava, dos amigos com quem eu andava, é incrível.

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3 – Unplugged (Eric Clapton) – aos 18 anos eu fiz minha primeira viagem aos EUA, naquele tempo em que 1 dólar era igual a 1 real. Foi aí que a minha coleção de CDs, que era ridiculamente pequena, triplicou de tamanho. O homem da alfândega que abriu minha mala na volta olhou pra mim com o olhar da morte, mas me deixou passar. Dos muitos CDs comprados nessa viagem, o mais ouvido sem dúvida foi o do Mr. Clapton. Esse eu tenho até hoje e ouço de vez em quando. Clássico! Lembro direitinho do quarto onde eu fiquei hospedada quando ouço algumas músicas. Muitos momentos de saudade…

4 – Pólvora (Paralamas do Sucesso) – não é um CD, mas sim uma lata linda (não tenho foto, humpf) com os 8 primeiros álbuns da banda remasterizados (também é difícil de encontrar). Ganhei da minha mãe de presente de aniversário, um dos melhores que ela já me deu. Paralamas foi a trilha sonora dos meus 19-20 anos, tanto em CD quanto ao vivo. Sem dúvida é a banda que eu vi em show mais vezes até hoje. Cada música tem sua recordação anexada, muito bom!

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5 – Nimrod (Green Day) – todos os CDs deles são fantásticos, contam a história da minha vida. Mas Nimrod é especial por causa da época em que ele foi lançado (bem agitada) e porque eu fui ao show dessa turnê aqui em São Paulo. Foi uma das viagens mais surreais e divertidas de todos os tempos. E também porque Time of Your Life (cláaaaassica!) foi a música de entrada na minha formatura. Sim, nós éramos modernos. E meio punks também.

Eu podia ficar aqui a semana inteira falando dos meus discos. São muitos e como eu disse, todos eles tem alguma memória vinculada às músicas. Esses 5 cobrem aquele período maravilhoso que vai da adolescência até o dia em que a gente se forma (literalmente aqui neste caso). Como eu ando bem nostálgica dessa época, resolvi focar nela.

Agora quero ver pelo menos um nome de disco em cada comentário. Tem que ser um que traga memórias deliciosas e faça você fechar os olhos e lembrar de um tempo bom que não volta mais. Vamos lá? 1, 2, 3 e já!

Julie, Julia e outras coisinhas mais ou menos culturais

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Julie & Julia. Tá decidido qual foi o melhor filme que eu assisti esse ano, disputando pau a pau com Toy Story 3. Toy Story me emocionou, mas Julie & Julia falou comigo de tantas formas que eu fiquei impressionada.

Trata-se das histórias de Julia Child, legendária chef de cozinha americana, e de Julie Powell, que faz de Julia o seu projeto pessoal. Julie se desafia a executar todas as 524 receitas do livro de Julia em um ano, blogando o desafio a cada passo.

Alguns dos motivos pelos quais eu me identifiquei tanto com a história:

- O amor pela comida – A maneira como os personagens do filme apreciavam comida, o prazer que eles tinham em provar algo novo, o jeito com que olhavam pro prato, era quase pornográfico, hehehe… muito eu!

- A blogueira – qualquer um que tenha tido um blog por um bom tempo teve em algum momento os mesmos questionamentos que Julie. Tem alguém me lendo? Quem são essas pessoas? Eu devo alguma coisa a elas? E se eu falhar, elas vão se decepcionar? Eu me importo? Mil perguntas, dela e do marido, aparecem ao longo do filme. Eu já ouvi ou me perguntei todas elas em algum momento…

- A amiga à distância – nos anos 40, Julia tinha uma amiga em quem ela confiava seus planos, seus pensamentos, seus sentimentos. Lá pelas tantas no filme, Julia vai se encontrar com essa amiga nos EUA. Aí a gente descobre que, apesar da intimidade, elas nunca tinham se visto pessoalmente. Várias das minhas leitoras e amigas podem se identificar com isso, não? Ri muito!

- A vida nômade – lógico que eu não morei em tantas cidades pelo mundo como Julia, mas a cara dela a cada vez que o marido diplomata anunciava uma mudança, quando ela sabia bem onde queria estar, era bem familiar.

- O serviço público – Julia e Julie eram funcionárias públicas entediadas em busca de um sentido na vida. Uma foi cozinhar e ensinar, a outra foi aprender e blogar. Já eu, tou blogando e procurando sentido. Ainda.

Deu pra perceber o quanto o filme tem a ver comigo? Impossível eu não amar, ainda mais com Meryl Streep no papel principal. Perfeita. Eu assisti a muitos programas de Julia Child na TV quando morava nos EUA e ela era daquele jeitinho, estabanada e com aquela voz super diferente. Meryl incorporou a mulher mesmo.

Toda a história do filme se passa no período em que eu morei em Nova York, o que é mais um ponto de atração pra mim. Me lembro bem de quando Julia morreu em 2004, um pouquinho antes do meu aniversário. Me lembro da comoção. Ela era muito querida mesmo. Um personagem que mudou a forma daquele povo ver a culinária. Acho que se hoje em dia existe até canal de culinária na TV americana é por causa do sucesso dela.

Enfim, é um DVD que eu pretendo ter na minha coleção (o que eu vi era da Blockbuster). E é um livro que eu pretendo ler em um futuro próximo. Histórias assim a gente não encontra todo dia, né?

*****

expo-monica Semana passada eu falei da exposição da Turma da Mônica no Espaço Cultural Citi e fui lá ver no domingo. Fui sozinha, porque como eu já contei, o Lucas tá meio garoto-enxaqueca. Foi um programa rápido, já que a expo é perto de casa e é bem pequena. Fui, voltei, parei pra comprar um docinho, tudo em 45min.

Basicamente é a história da evolução e do sucesso da Turma da Mônica contada em painéis e objetos. Tem ainda umas esculturas da turma por lá, inclusive várias que eu já tinha visto ano passado no Senado. Gostei.

Não é um programa em si mesmo, por ser super curto, mas se você estiver de bobeira pela Paulista, vale uma visita. Depois de lá, eu recomendo que você use a saída da Alameda Santos, desça a rua Marília que é logo em frente e encontre a Pâtisserie Douce France, que fica na esquina com a Alameda Jaú. É deliciosa, eu recomendo. Infelizmente eu não estou sendo paga em macarons pra fazer esse jabá, então é porque eu gosto mesmo.

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de-hollywood-para-a-moda Pra esse fim de semana não tenho nada programado, mas gostaria de ir ver a exposição De Hollywood para a Moda (Shopping Iguatemi) que termina na segunda feira, então preciso ir esse fim de semana ou vou perder. São vestidos que apareceram em filmes famosos. Tenho que confessar que quero ver a expo porque tem um vestido que a Vivian Leigh usou em E o Vento Levou e quem me conhece sabe o quanto eu amo esse filme. Pra mim é imperdível. Pra completar o programa é legal dar uma olhada nas vitrines das grifes famosas (pra mim é só olhar, mas quem quiser/puder comprar, né…), principalmente da Louis Vuitton que faz as melhores vitrines ever. Tem toda a cara de instalação de arte, são de babar!

E é isso. Fim de semana. 48 horas de… muito trabalho. Em casa! Um bom fim de semana pra vocês!

Meu Malvado Favorito

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Ele é malvado e bem pastelão. E aos poucos a gente vai descobrindo que ele tem uma personalidade complexa, construída com anos de abuso moral da mãe. Na verdade a vilã mesmo é a mãe. Ele é só um cara com um grande sonho, mas o sonho dele não está exatamente dentro da lei. A história do Gru é essa aí, você só preenche os espaços vazios com umas crianças hilárias, um sotaque sei lá de onde, uns bichinhos sem espécie definida que ficam fazendo besteira durante o filme e pronto: comédia infantil.

Eu me diverti. Ri a beça desse filme, achei o 3D incrível (a cena da montanha russa, dessa foto aí em cima, é fantástica) e achei que meu dinheiro foi bem gasto. Pelo menos o dinheiro do meu ingresso. O do Lucas eu tenho minhas dúvidas.

Acho que meu filho tá em crise. Talvez seja adolescência precoce, mas ele não tá se empolgando com muita coisa. Antes da metade do filme ele já pedia pra sair do cinema. Obviamente eu segurei até o fim, afinal foram 40 reais de ingressos. Mas ele resmungou um bocado. Meio chato ficar programando coisinhas legais quando ele não tá a fim de fazer nada, né?

Enfim, do resto que eu tinha planejado pro fim de semana eu só fui na expo da Turma da Mônica e sozinha. E assisti mais dois filmes em DVD:

- Idas e Vindas do Amor – basicamente um remake de Simplesmente Amor, mas acho que oficialmente não era pra ser. Troque o elenco estelar, mude de Natal pra Dia dos Namorados e taí o filme. Apesar de ter me entretido por duas horas, eu fiquei feliz de não ter gasto ingressos de cinema com ele.

- Três Reis – filme de guerra, cenas bem gráficas e explícitas, uma história boa. Nada novo, só soldados do exército americano que resolvem fazer coisa errada e no fim acabam salvando um bando de refugiados. Gostei mais desse, mas também não teria gostado de gastar dinheiro nos ingressos.

Sim, podem atestar aí nos comentários. Eu ando muuuuito sovina. Muito!

Boa semana!